Os primeiros cinco livros de poemas de William Marques de Oliveira em Ebooks gratuitos.:
Coração Selvagem
O Beijo de Estrela
Poesia na Carne
Eu Venci o Mundo
Estrelas Cadentes ao Meio Dia
Poemas do final de 1999 quando começou a escrever no início da juventude. Seus versos marcados pela luta contra a depressão e as crises dos 19 aos 20 anos, a crise social de um país de terceiro mundo, abordando temas como a morte, o amor, o sexo, a vida e o invisível... Tudo isto somado ao desejo de ser artista na cidade grande e a uma selvageria mítica. Uma juventude sem google e em plena revolução cultural da globalização pop art.
Alguns dos poemas mais novos de William Marques de Oliveira, escritos entre 2016 a 2025:
Sou "O rei sem reino"
Vivo a "Poesia na Carne"
Mineiro-Carioca-Paulistano
Transbarroco- Caipira- Gauche!
Pretendo ser Canadense e Barcelonino!
Pretendo ser Paulistano de novo...
Quem sabe japonês feito o meu poeta samurai Leminsk
Devolução do Contrato Rasgado!
Toma
que é teu o paraíso!
Que não quero mais esta joça!
Não
quero!
Fica
contigo!
Esta indulgência que não acaba...
Paga. Paga. Paga!...
O inferno é mais barato!!!
Fica na tua!
E eu vou ficar na minha!
Esse mundo dominado por esse deus
falso inventado
Castrador desalmado!
Se teu paraíso é me ver na dor...
fica com ele!
Quero não!
Fica com o Diabo,
o Falo
e o Bufão!
Ah,
mas tu és deus falso!
Quase esqueci!
deus sem céu...
deusinho
inventado - de pau pequeno!-
por homens mortais!
Que fazem a gente se perder do
Criador
Fica com tudo
e “ a puta q´iu pariu de roda
na ponta do moirão!"*
William Marques de Oliveira
Ah, se vocês soubessem
da poesia que trago em meu peito
Eu poderia rimar com bandido
este peito...
E com poeta menino
o Universo!
Ah, se vocês soubessem
da poesia que este menino
carrega em seu peito!...
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Geminiano quer falar com o mundo!
Há vezes eu tenho
CONVULÇÕES
De me pintar de rosa e amarelo
de cantar para o príncipe Charles
de chorar com as crianças da palestina
De estar simplesmente lá
na hora do tsunami
De dar um tapa na cara do ditador da nossa era...
Eu queria que meu poema fosse ouvido
e há vezes que tenho convulsões
de falar como mundo inteiro
ser ouvido!
Se o mundo me ouvisse ah!
Eu sou aquela velha tia
gorada
e preta
que sempre tem razão!
E esta ânsia por ter fama
e eu sou do século passado
desencaixado
Eu queria mesmo era ter ouro no banco!
Cristo e Bandeira
Você
estas lembranças
Este mundo
este país verde e amarelo hipócrita.../
Está sufocando a minha poesia
e quando sufoca
a minha poesia
eu não gosto
eu grito
eu luto
eu surto
eu saio
me mando
vou-me embora!
Pra Pasárgada
Brilhante e colorido!
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´´Murmúrios de Luz...´´
As limitações são âncoras no deserto...
que nos impedem de seguir e de voar
até o Oásis de outros mundos!
Há momentos em que eu gostaria apenas
de poder fluir feito um rio para além deste mundo...
Mas o Tempo e o Espaço estão de mal comigo
E o próprio soldo dos humanos me impede
Se um dia as portas da vida se abrirem a mim
eu passo às portas do improvável e ninguém mais me segura
Eu passo com uma escola de samba
Eu passo com 14 carros alegóricos
e 52 alas
e 10.000 componentes!
Colorindo Tudo!
O que será que está me faltando aprender?
Pagar?
Crescer...
Talvez apenas o mundo não esteja preparado ainda
Para esta Apoteose de Luzes e Cores...
que sou.
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Se dependesse de mim este mundo
estava coberto de jardins!
Luzerna
O verso que vem e ilumina
O momento pode ser tenebroso
- diante de todos os demônios do inferno
Uma lanterna surge
acesa
Luzerna
no meio da escuridão
Um Lampião
-do Cangaço
Vivo-Exú-Boiadeiro
de Couro!
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Um alter ego que achei na net...
*
Miserável Poeta...
Eu colori
de sentido
e beleza
a minha vida
Ela devia ser medíocre
Mas eu
coroei de glória
e louros
a minha existência
sem utilidade!
Mesmo que seja só pra mim
A minha arte
VIVEU!
*adicionado em Junho de 2021
O Poema que eu queria fazer
Deixei todos os desejos
e não morri
agora um canto feliz e triste
nasce de mim
e eu entendo a vida
e ela me entende
E quando canto o seu canto
não sou mais deste mundo antigo
pra mim
Não sou mais de mim
Sou de fogo e ar
Um vento forte
Que canta o Espírito da Terra e do Céu!
*Adicionado em Abril de 2021
Pandemia nossa de cada dia!
Pois você Já pensou em quantas pandemias enfrentamos
e nunca notamos?
A pandemia do cigarro,
das drogas e bebidas;
A pandemia da violência doméstica;
A pandemia do preconceito racial
e religioso;
A pandemia do machismo;
A pandemia da desinformação e ignorância;
A pandemia do consumo exagerado;
A pandemia da preguiça de ler;
A pandemia partidarista de esquerda e direita...
A pandemia da corrupção...
Tem mais alguma?
William Marques de Oliveira
Trégua pra Terraou
Trava Língua Incompleto Trava Tudo
Vamos dar uma trégua
pra Terra!
Que tal um mês de férias
de nós pra ela?Uma vez ao ano!Um mês por ano!Uma vida a menosque não nasça apenas para consumir!E fazer cocô!!!
imagem do Pinterest Web
Em um mundo onde as pessoassó dão valor a quem as comee ao que elas comem... (!)Você precisa fazer a diferençaNesta "Gehenna" que vivemos hojeEstamos no vale dos mortos vivosQuem não percebeu aindaé um deles!Você pode sim comer e ser comidomeu amigo...Esse não é o caso Ser ou não ser um produto
Eis a questão contemporânea!
Na estante do fast-food
"O caso do por acaso"
é que não precisa viver
apenas disso...
Apenas de COMIDA!
Mas pra que serve a vida
humana?
Você já parou para pensar nisso?
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O livro
COLORIDO
Sendo escrito aqui desde 2016...
A Gratidão de um Moribundo
Sou muito grato a Deus
e a esta Vida
Pois Deus me deu
nem que fosse um pouquinho
de tudo aquilo que eu sonhei
Em prova de que tudo é possível
de que nada é proibido!
Nada é pecado
ou caro o bastante
quando se ama a vida!
E feito pista
cada pequena prova
em colher de madeira
de uma vida gloriosa
que terei um dia
nem que seja
na casa da luz colorida
"O meu tesouro não é desse mundo!
Link da Imagem:
AQUI
Algemado no Mundo Feio
Porque não me libertoE vou embora viver canção no alto de uma montanha?...
*Sou o princípio e o fimE estando em todas as coisasNão sei cadê de mim!Sou poeta e minha poesia ardemesmo queesta limitação financeira cosmopolitana me prenda,posso ser livre!Mas o Face mostra a realidadeO que é ser barata no final dos tempos!
Pisado pelo sistemaou alado pelo verso?Sou poetaE meu poema não vale uma moeda!Sou poeta E ninguém quer me escutar Pior aindaSou profetae nada de me ouviremapenas sinto a dura feridade ver paralisado a ruína social do mundo!E a verdade grita nas praças e nos telhadostrabalha nas carvoariasque sustentam o churrasco do final de semanaE de nada adianta eu ser poetaNinguém a escuta!torno-me ridículo Digno da burla!(E pra quê eu quero ajudar este mundo?)Para que mesmo eu quero coisas desse mundo?Quando vou desapegar de querer ter carro, casa, dinheiro e mesmo assim ser vagabundo?!Vivo esta dicotomia atado ao status quo do mundo!De querer poder estudar e não ter dinheiro e tempoSe eu não trabalho eu faço como?achar o buraco a saída o sentido de tudo issoé trabalho pra mais de trinta!Por isso eu não fui ainda reconhecidoum gênio precoce ou um belo burro!Não tenho dinheiro para pagar nem a passagemSim é um lamento e um dramalhãoisso não pode ser verso! Vivo vitimismo!Mas eu não consegui vencer ainda tanta limitaçãotanta loucura de não querer ser quem souUm anjo torto barroco de Minasem meio a estes loucosAssim eu sei:Eu mesmo atraí para mim em algum destino astral essa gente torpe!Mas olha viu! Veja bem, não é fácil aqui em baixona terceira dimensãono terceiro mundo!Até que se canta o mantra libertador e final:FO-DA-SE O CAPITAL!
16/01/2018
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Quando se descobre um pintor...
Quando eu me curei
Estava tudo assim desprevenido
Froid fumava um charuto nada fálico...
Jung colhia flores
em uma carta de tarô
Copos de Leite para ser mais preciso...
Cultivados por um monge que usava
um manto dourado
e o acompanhava sorrindo
tapando o sol com uma sombrinha rosa
donde podia se ver o símbolo do Yng Yang
na forma de duas carpas!
E eu entendi que meu pai e minha mãeEles eram apenas humanosEles eram apenas criançasbem disse Renato Russo!Ambos feito eu corrompido Querubim pornográfico...Vivendo por paixão no próprio umbigo!Então eu deixei de odiar a minha origem humildee o fato de minha família ser doentinhapobre e dilaceradaComo qualquer família americanizada!Esquecidos da magia que tinham em seus corações...Já desprovidos do Riso do Palhaço que carregavam em suas canções...E entendi então neste momentoentre o palco e a coxia... Que eu podia construir um relicário com minha poesiaUm relicário meu que o dividiria com quem delicado se aproximasse para ler...Eu desconstruí a minha história e percebi que meu sonho colorido era que pintava tudo ao meu redorPintava a casa cor de rosa de minha vó materna...Pintava eu menino cheio de cores e formas astrais!Pintava até a feiura do mundoE o que valia mesmo a pena nesta cinzenta vida era isto! Ter vivido e sonhado colorido!
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Unicórnio dos Pampas!
Dono de mim e do meu caminho
Minha missão
de trazer beleza ao mundo
Cantar
e despertar os povos
Entendi porque sofri tanto...
Sofri por não acreditar em mim
E nesta purpurinada missão
-levar alegria ao coração-
/Esta borboleta purpurina/
que tem valia sim!
Agora eu dei de cara comigo
Foi que me transformei num Unicórnio dos Pampas
E assumi o meu destino!
Colorido!
William Marques de Oliveira
Inspiração no filme Unicórnio
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O rastro do vento
Quando eu saí lá da minha terra mineira
De "Baependi da Serra do Careta"
Em busca de realizar meus sonhos
Levando comigo uma mala cheia de poesia...
Pensava que a única coisa que me separava
Da realização era a distância...
Que inocente eu era!
Ora veja!
Não conhecia ainda a maldade humana
Nas formas da vaidade
Nem dos jogos de poder
Muito menos imaginava
o poder da inveja e falsidade
Não sabia quão feio era o monstro-mundo!
Certa vez uma cigana me falou ordenadora:
"Você não tenha medo de bicho feio não menino!
Você vai ver muito bicho feio nessa vida!
Você veio pra enfrentar bicho feio mesmo!..."
Hoje a caminhada segue
Tantas outras terras eu toquei
Tantos amores eu tive...
E maravilhosos amigos
de verdade eu conquistei...
Pouco dos meus sonhos eu realizei
mas diante dos amores e dos amigos
do meu caminho bonito
e do meu caminhar altivo...
Não importa tanto o resultado!
Valeu a pena caminhar tanto
E olhando para meu rastro vejo
o rastro de fogo iluminado
Só fiz o bem
E fui verdadeiro com todos e comigo
E meus atos falam por mim!
Se exagerei e sonhei e amei...
Enfim...
Meus atos são sementes de bem
Depõem sempre a meu favor
E não tenho vergonha do que sou!
Eu me orgulho de mim!
Sim, pois...
Sou sincero, e não tenho preconceito com nada
Vivo o meu coração aceso
Propago belezas
Em todas as suas formas que posso
"Sigo a estrela no meu chapéu"
Deixando um rastro de fogo eu sigo...
Semeando harmonias!
William Marques de Oliveira
Poema 29/08/2016
Reescrito hoje 21/12/017
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Um Poema-Desejo sem pretensões
Gosto de quando as coisas dão certo
Gosto de coisas fáceis
De amores sem entraves
De sogras sem armas!
Gosto de pessoas que se abrem logo
De gente que se relaciona com saúde
de chefes que dão valor e pagam bem!
Gosto de trabalhar com quem gosta do que faz
Sim, eu gosto e valorizo as coisas que vêm fáceis!
Eu não preciso sofrer para aprender
nem pra valorizar Eu não quero mais o difícil e a Dura Lição eu rejeitoEu mudo o mantrae o paradigma!Eu sou o Novo Mito!Amo aquilo que vem com menor esforçoEu não acredito mais no padrão pesadonem que só teremos vitória com lutaTambém podemos ter vitória com sorrisos e sorrindoe com prazer...Dando prazer...viver!Abemos o novo Mito no mundo!
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Um poemeto de arquiteto ou paisagista...
Eu não queria que tivessem construções...Casas, templos... Ruas pavimentadas eu não queria!
Eu queria que fosse tudo arvore
Queria que o mundo fosse mato!
Que só ficassem os museus e os teatros
As bibliotecas e as casas de chocolate!
Ainda sinto saudade daquelas grandes árvores
Aquelas arvores maiores que as montanhas
E que cobriam este planeta inteiro
Antes da Atlântida
Antes da queda do homem...
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